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quinta-feira, 3 de maio de 2012

Call Centers e Telemarketing





"Função de alto risco por excesso de repetitividade ou por pressão estática (muito tempo sentado). 

Não há como generalizar. Cada Call Center é diferente do outro porque utiliza softwares diferentes, formulários diferentes e culturas diferentes. Porém uma coisa existe em comum: 

a atividade estática = risco postural. 

Mesmo que você tenha um mobiliário adequado você poderá ter risco postural através de dois fatores: 

1. Tempo sentado
2. Postura inadequada 


Qualquer um dos dois pode lesionar uma pessoa. A conjugação dos dois fatores é ainda pior.
Em qualquer Call Center existe também um fator psicológico constante: o tédio. Sugerimos que não se subestime este fator. Isso deprime as pessoas ao longo do tempo. Se possível faça rodízio caso haja vários Call Centers na mesma empresa."

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Publicado em 1 de Março de 2010, por  Marcelo Gênesi (Olinda, Nordeste/Pernambuco, Brasil) - Professor / Técnico de segurança do trabalho / Administrador / Ergonomista

Fonte / Saiba tudo emhttp://profmarcelodaetr.blogspot.pt/2010/03/call-centers-e-telemarketing-funcao-de.html


Trabalho e precariedade no sector das telecomunicações: uma experiência local num quadro transnacional



"Apesar de vivermos em pleno século XXI, numa fase pós-modernista, o famoso mote “Proletários de todo os países uni-vos!” de Karl Marx e Engels (Engels; Marx, 1848) tornou-se desapropriado para uma sociedade cada vez mais individualizada, fluida e líquida. (Bauman, 2001). No entanto, a alienação e pauperismo laborais permanecem, pois os trabalhadores continuam sendo vistos como meras extensões das máquinas. Além disso, a agressividade do mercado e o crescimento do desemprego reforçam as situações de precariedade do trabalhador que se vê desamparado pela falta de negociação, acção colectiva e reivindicativa. A flexigurança é vendida como defensora de ideais de justiça e inclusão social, considerados elementos-chave na modernização dos mercados de trabalho. Em Portugal os call centers representam uma nova aglomeração e organização de trabalhadores, empregando uma vasta camada populacional isenta da possibilidade de recurso a outro meio de empregabilidade e/ou sobrevivência. É essa experiência pessoal laboral que pretendo relatar, denunciando as desigualdades e injustiças locais vividas que culminaram num despedimento inflexível, inseridos num quadro transnacional de crise do modelo fordista."

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25 a 28 de Junho de 2008
VI Congresso Português de Sociologia 
Mundos Sociais: Saberes e Práticas
Universidade Nova de Lisboa
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas

Área Temática: Trabalho, Profissões e Organizações

“Trabalho e precariedade no sector das telecomunicações: uma experiência local num quadro
transnacional”

Roque, Isabel
Mestranda em Relações de Trabalho, Desigualdades Sociais e Sindicalismo
Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra
isabelleroque@hotmail.com

Fonte / Saiba tudo em: