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quinta-feira, 14 de março de 2013

Conviver com animais de estimação diminui infecções respiratórias em crianças



Pesquisa observou que bebês que têm contato com cães e gatos são mais saudáveis e apresentam menos casos de infecção.






"Pesquisadores da Finlândia concluíram que crianças que convivem com cães e gatos são mais saudáveis e apresentam menos problemas de infecções respiratórias no primeiro ano de vida do que aquelas que não têm contato com os animais. Os resultados desse estudo foram publicados nesta segunda-feira na revista Pediatrics.

Após acompanharem o primeiro ano de vida de 397 crianças, uma equipe da Universidade da Finlândia Oriental concluiu que, embora doenças ligadas ao aparelho respiratório sejam comuns nessa idade, há alguns fatores que podem reduzir a incidência dos problemas. O contato com cães e gatos — mas principalmente com cães —, segundo os pesquisadores, é benéfico especialmente em relação às infecções de ouvido e à diminuição da quantidade de antibióticos dados aos bebês. O maior efeito protetor foi observado entre crianças que conviviam com cães que passavam parte ou todo o tempo no interior das casas.

Os autores concluíram que os efeitos positivos dos animais podem vir não somente com o contato diário, mas também com uma frequência menor de convívio.

Para os pesquisadores, a convivência com cães e gatos interfere no amadurecimento do sistema imunológico na infância e confere maior resistência a infecções às crianças. Isso acontece pois a exposição a germes na quantidade certa é algo benéfico para o desenvolvimento do sistema de defesa. No entanto, os autores explicam que essa exposição deve ser em relação aos microorganismos ‘do bem’, ou seja, aqueles que alteram os micróbios que vivem no intestino da criança, fazendo com que eles as protejam contra alergias e infecções."


Resumindo...

CONHEÇA A PESQUISA

Título original: Respiratory Tract Illnesses During the First Year of Life: Effect of Dog and Cat Contacts

Onde foi divulgada: revista Pediatrics

Instituição: Universidade da Finlândia Oriental, Finlândia

Dados de amostragem: 397 bebês de até um ano

Resultado: Conviver com frequência com cães e gatos diminui casos de infecções do trato respiratório em crianças no primeiro ano de vida. Os melhores benefícios ocorrem com cães e que passam parte do tempo em ambientes fechados nas casas. O problema de saúde mais protegido são as infecções no ouvido.


Publicado em 09 de Jul de 2012, "Veja"



PARA LER!! Aos que protegem os animais: associações, particulares, anónimos e muitos outros







NUNCA DÊ UM ANIMAL EM ADOPÇÃO (OU EM FAT) PARA LONGE


"Os protectores de animais fazem coisas maravilhosas: se vêem um animal na rua em sofrimento, fazem tudo para socorrê-lo, levando-o de imediato a um veterinário, procurando tratar ferimentos, traumatismos ou a causa do mal-estar, e para isso arcam com a responsabilidade de despesas de internamento, exames de diagnóstico, tratamentos, etc.

Depois, fazem todos os esforços para acolher o animal em recuperação, ou encontrar quem possa fazê-lo, e prodigam os tratamentos necessários, ao mesmo tempo que continuam com a sua vida profissional e familiar. É simultaneamente um enorme investimento afectivo, monetário e de tempo

Numa terceira fase, e se não lhes é possível ficar eles próprios com os animais salvos, procuram uma nova família para eles, alguém que dê continuidade à recuperação começada e que se comprometa a acolher, proteger e amar esse animal para toda a vida.

E aqui é que está o busílis. Sobretudo agora, na época dos blogues e Facebook, há pessoas bem-intencionadas que se enternecem com uma foto ou um apelo em favor do animal, e oferecem-se para adoptá-lo, mesmo que vivam no extremo oposto do país. E até há “companhias de boleias” que, cheias de boa vontade, se encarregam de transportar o animal do Minho até ao Algarve, se for preciso, sem que os protectores tenham alguma vez conhecido os adoptantes em pessoa, conversado com eles, visto o ambiente do futuro lar e a boa disposição da família para com um novo animal fragilizado.

Por isso, fico de cabelos em pé quando nos apelos a adopção vejo frases como “os animais serão entregues em qualquer parte do país”. Como é que alguém que deu tanto da sua afectividade, do seu tempo e do seu dinheiro para salvar um animal coloca sequer a hipótese de deixar de saber dele nos tempos mais próximos? Mesmo se o animal foi entregue pelo protector pessoalmente em casa do adoptante, parece-me necessário salvaguardar que alguma coisa corra mal na vida deste último e que ele precise da ajuda do protector, ou até eventualmente seja necessário devolver o animal à origem. Se o animal for do Alentejo e tiver ido para o norte, isso simplesmente não será possível.

Aconselho vivamente que os protectores conservem os Termos de Responsabilidade e façam um telefonema de vez em quando (os mails são bons, mas muita coisa se pode depreender do tom de voz ao telefone) durante pelo menos 3 anos, aconselho-os também a darem os seus protegidos dentro do concelho em que vivem, para que possam resgatar os animais, em caso de necessidade, a bem ou a mal. Esta distância é também uma segurança para os adoptantes, para que não hesitem em pedir auxílio.

Cada animal que resgatamos e cuidamos torna-se único, como a rosa do Principezinho de Saint-Exupéry. Amamo-lo porque lutámos por ele e a nossa responsabilidade não acaba no dia em que é adoptado.

Isto parece-vos muito exigente??? Pensem só que não vale a pena dar a mão a um animal, se for para apenas adiar o seu fim proximamente."

Uma protectora


Eu tive a felicidade de receber este texto (juntamente com a imagem) por email e não pude deixar de partilhá-lo, pois o mesmo merece toda a nossa ATENÇÃO e DIVULGAÇÃO! Não sei quem é a autora (identifica-se como "uma protectora"), mas gostaria de dar-lhe os meus sinceros PARABÉNS, pelo que escreveu, pois nas suas palavras reconheço VERDADEIRO AMOR AOS ANIMAIS, RESPONSABILIDADE e BOM SENSO!