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terça-feira, 19 de março de 2013

Chips de Identificação - ALERTA MUITO IMPORTANTE


Recebi esta informação da APAAE* por email e com a autorização da mesma, decidi partilhá-la aqui, (tal e qual como recebi) pedindo a vossa máxima ATENÇÃO e DIVULGAÇÃO... 


Estimadas Associações de Proteção Animal e protetores independentes 

"Temos vindo cada vez mais a recolher animais “chipados” mas quando contactamos as bases de dados não se encontram inseridos.

Concluímos que os veterinários que colocam os “chips” não os inserem nas bases nacionais e esquecem-se de informar os donos que têm de se deslocar á respetiva junta para que aí insiram o “chip” na base.

Por outro lado, existem juntas com grandes deficiências em termos informáticos e outras que deixam atrasar imenso a inserção dos números de chip nas bases.

Outro absurdo é existirem 2 bases nacionais sendo uma do Sindicato dos médicos veterinários.

Pensamos que este sistema de identificação de animais, só poderá funcionar quando os veterinários que colocarem os chips sejam também, obrigatoriamente, quem os insere na base nacional.

Enviámos a carta que se segue á Sra.Ministra da Agricultura, se concordarem  que é importante que o sistema de identificação de animais funcione de facto, se concordam que os veterinários que colocam os chips devem ser também quem os insere nas bases e se concordam que devia haver apenas uma base nacional, alertem e solicitem-no á sra. Ministra.

Se assim o entenderem, poderão enviar a missiva que se segue ou outra que entendam pertinente, mas é cada vez mais importante unirmos as nossas vozes por uma proteção animal que conduza cada vez mais a melhores resultados."

Pel´a APAAE

Maria do Rosário Ferreira de Almeida


Contactos:

- Ministério da Agricultura

Praça do Comércio
1149-010 Lisboa

- Direção Geral de Alimentação e Veterinária

Largo da Academia Nacional das Belas Artes, Nº2
1249-105 Lisboa 



Missiva (um exemplo) que recebi da APAAE...

 
Ex.ma Senhora Ministra da Agricultura, Ordenamento do Território e Pescas:

Ex.mo Senhor Diretor Geral de Veterinária:

"Cada vez verificamos mais que os animais que as ONG’s de Proteção Animal recolhem chegam ‘chipados’ mas não figuram nas bases de dados do CIRA e do CICAFE.
Em primeiro lugar parece-nos um absurdo a existência de duas bases de dados, por outro lado e ao tentarmos compreender a falibilidade que o sistema de identificação esta a mostrar concluímos o seguinte:
Os veterinários que colocam os ‘chips’ não os registam em nenhuma base de dados e nem sempre informam os donos que têm que se dirigir às respectivas juntas de freguesia para que as mesmas os insiram nas supracitadas bases.
Porém, os veterinários que colocam os ‘chips’ solicitam imensa documentação aos donos o que os leva a concluir que os ‘chips’ dos seus animais ou são ali mesmo introduzidos ou funcionam tipo GPS!! Também sucede os veterinários esquecerem-se de informar os donos que têm que se dirigir às juntas de freguesia e por sua vez também os proprietários se esquecem de o fazer...
Um ciclo vicioso com uma grave consequência: centenas de animais ‘chipados’ sem conseguirmos identificar os donos.
Também já tivemos feedbacks de diversas juntas que afirmam não possuir sistema informático ou ter tanto que fazer que estão atrasadas alegando que por isso mesmo deviam ser os veterinários a inserir os números dos ‘chips’, quando os colocam, no sistema de base de dados.
Aqui, concordamos com as juntas. Os veterinários que colocam os ‘chips’ têm que os introduzir na base de dados, caso contrário os trâmites complexos do processo e a intervenção de diversos organismos a que os donos têm que recorrer (veterinários e juntas),  estão a conduzir ao insucesso do processo de identificação que, apesar de obrigatório, não se encontra a produzir os resultados desejados.
Apelamos para a rápida resolução desta questão que nos parece simples a partir do momento que os veterinários que colocam os ‘chips’ sejam os únicos responsáveis pela introdução dos respectivos números nas bases de dados. Ou, idealmente, numa única base de dados. Caso contrário os donos gastam dinheiro, cumprem a lei e não se verificam resultados.

 

Com os melhores cumprimentos."
  

*APAAE – Associação de Protecção e Apoio ao Animal Errante
Castelo Branco - Portugal
Site Oficial: http://www.apaae.pt/


quinta-feira, 14 de março de 2013

PARA LER!! Aos que protegem os animais: associações, particulares, anónimos e muitos outros







NUNCA DÊ UM ANIMAL EM ADOPÇÃO (OU EM FAT) PARA LONGE


"Os protectores de animais fazem coisas maravilhosas: se vêem um animal na rua em sofrimento, fazem tudo para socorrê-lo, levando-o de imediato a um veterinário, procurando tratar ferimentos, traumatismos ou a causa do mal-estar, e para isso arcam com a responsabilidade de despesas de internamento, exames de diagnóstico, tratamentos, etc.

Depois, fazem todos os esforços para acolher o animal em recuperação, ou encontrar quem possa fazê-lo, e prodigam os tratamentos necessários, ao mesmo tempo que continuam com a sua vida profissional e familiar. É simultaneamente um enorme investimento afectivo, monetário e de tempo

Numa terceira fase, e se não lhes é possível ficar eles próprios com os animais salvos, procuram uma nova família para eles, alguém que dê continuidade à recuperação começada e que se comprometa a acolher, proteger e amar esse animal para toda a vida.

E aqui é que está o busílis. Sobretudo agora, na época dos blogues e Facebook, há pessoas bem-intencionadas que se enternecem com uma foto ou um apelo em favor do animal, e oferecem-se para adoptá-lo, mesmo que vivam no extremo oposto do país. E até há “companhias de boleias” que, cheias de boa vontade, se encarregam de transportar o animal do Minho até ao Algarve, se for preciso, sem que os protectores tenham alguma vez conhecido os adoptantes em pessoa, conversado com eles, visto o ambiente do futuro lar e a boa disposição da família para com um novo animal fragilizado.

Por isso, fico de cabelos em pé quando nos apelos a adopção vejo frases como “os animais serão entregues em qualquer parte do país”. Como é que alguém que deu tanto da sua afectividade, do seu tempo e do seu dinheiro para salvar um animal coloca sequer a hipótese de deixar de saber dele nos tempos mais próximos? Mesmo se o animal foi entregue pelo protector pessoalmente em casa do adoptante, parece-me necessário salvaguardar que alguma coisa corra mal na vida deste último e que ele precise da ajuda do protector, ou até eventualmente seja necessário devolver o animal à origem. Se o animal for do Alentejo e tiver ido para o norte, isso simplesmente não será possível.

Aconselho vivamente que os protectores conservem os Termos de Responsabilidade e façam um telefonema de vez em quando (os mails são bons, mas muita coisa se pode depreender do tom de voz ao telefone) durante pelo menos 3 anos, aconselho-os também a darem os seus protegidos dentro do concelho em que vivem, para que possam resgatar os animais, em caso de necessidade, a bem ou a mal. Esta distância é também uma segurança para os adoptantes, para que não hesitem em pedir auxílio.

Cada animal que resgatamos e cuidamos torna-se único, como a rosa do Principezinho de Saint-Exupéry. Amamo-lo porque lutámos por ele e a nossa responsabilidade não acaba no dia em que é adoptado.

Isto parece-vos muito exigente??? Pensem só que não vale a pena dar a mão a um animal, se for para apenas adiar o seu fim proximamente."

Uma protectora


Eu tive a felicidade de receber este texto (juntamente com a imagem) por email e não pude deixar de partilhá-lo, pois o mesmo merece toda a nossa ATENÇÃO e DIVULGAÇÃO! Não sei quem é a autora (identifica-se como "uma protectora"), mas gostaria de dar-lhe os meus sinceros PARABÉNS, pelo que escreveu, pois nas suas palavras reconheço VERDADEIRO AMOR AOS ANIMAIS, RESPONSABILIDADE e BOM SENSO!

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Gato preto da Volkswagen irrita protetores dos animais

 


Uma das montagens contra a Volkswagen


"São Paulo - Um comercial criado pela Almap BBDO para a Volkswagen criou polêmica nas redes sociais nesta segunda-feira, 4. O anúncio mostrava uma pessoa estacionando um carro vermelho e sugeria que objetos de “sorte” e dispositivos de segurança do veículo teriam ajudado o motorista a estacionar em um local difícil. No final, um gato preto pula no capô, indicando que não dava para ter sorte o tempo todo.
Donos de gatos e protetores de bichos de estimação acharam que o vídeo era uma forma de estimular maus-tratos contra o animal retratado. Páginas do Facebook como a "Apaixonado por Gatos" se prontificaram a defender o bichano.

"Gostaria de demonstrar minha raiva e decepção com a empresa em relação ao comercial mencionando o Gato Preto como objeto de azar", disse uma consumidora em postagem num site de reclamações.

"Não é porque vivemos num país democrático que temos que achar normal o desrespeito com os animais, o que mostrou a Volkswagen com esta propaganda", vociferou outra na própria fanpage da montadora alemã.

As reclamações surtiram efeito e a Volkswagen do Brasil emitiu nota esclarecendo que o comercial de varejo denominado "Superstição" será retirado do ar nesta quarta-feira, 6, "em respeito e atendimento às manifestações acerca do tema. Em nenhum momento, no comercial, a Volkswagen quis estimular/sugerir qualquer tipo de desrespeito aos animais", explicou a empresa.

O interessante nesta história é que o tal gato preto, motivo da discórdia aqui apresentada, já protagonizou diversas peças publicitárias. O Adnews relembra algumas delas abaixo."


Publicado em 05 de Fev de 2013


Fonte: http://exame.abril.com.br/marketing/noticias/volkswagen-e-a-polemica-do-gato-preto



Na mesma data foi publicada outra notícia...


Volkswagen vai tirar do ar comercial com gato preto

O filme faz referência à crença popular que associa gatos pretos à falta de sorte e recebeu críticas de protetores dos animais

"São Paulo - Após repercussão negativa nas redes sociais, o comercial "Superstição", da Volkswagen, será retirado do ar. O filme faz referência à crença popular que associa gatos pretos à falta de sorte e recebeu duras críticas de donos de gatos e protetores de animais.

A empresa informou em comunicado oficial que a peça criada pela Almap BBDO deixará de ser exibida a partir da quarta-feira, 6 de fevereiro, “em respeito e atendimento às manifestações acerca do tema”. 









Até posso acreditar que a Volkswagen não tivesse a intenção de através desta publicidade incentivar os consumidores aos maus tratos contra os animais... Afinal, todos sabemos que a intenção original desta empresa é VENDER CARROS. Mas não podemos esquecer-nos que através dos anúncios publicitários, as empresas conseguem influenciar as massas e assim sendo deveriam ter um CUIDADO RIGOROSO na selecção das ideias propostas para a realização dos seus anúncios publicitários. Neste caso, a ideia de utilizarem uma velha (para não dizer CADUCA) superstição que associa o gato preto ao azar, foi tudo MENOS UMA IDEIA GENIAL! Por causa de superstições absurdas, ao longo dos tempos os gatos pretos têm sido VÍTIMAS DE PRECONCEITO e pior ainda, têm sido utilizados em rituais satânicos! Por isso, em pleno Séc. XXI, anúncios publicitários como este anúncio da Volkswagen não fazem qualquer sentido e são absolutamente LAMENTÁVEIS, pois só vêm REFORÇAR AINDA MAIS a SUPERSTIÇÃO e o PRECONCEITO no inconsciente colectivo! Seria de louvar sim, se a Volkswagen tivesse escolhido um anúncio, que de alguma forma reforçasse e incentivasse o RESPEITO AOS ANIMAIS...

Em relação aos consumidores que reclamaram, lutando para que este comercial fosse retirado... INDIGNARAM-SE, UNIRAM-SE, MANIFESTARAM-SE e CONSEGUIRAM atingir o seu objectivo! Melhor é impossível! Estão de PARABÉNS! Reclamar junto das empresas é um DIREITO e UM DEVER do consumidor consciente, sempre que as empresas adoptam comportamentos impróprios perante o consumidor e ainda mais quando se trata da defesa dos animais, que não têm "VOZ" para se defenderem sozinhos...

Fiquei MUITO FELIZ com este resultado, pois o mesmo é a prova de que a UNIÃO DOS CIDADÃOS FAZ A FORÇA! E o melhor é que toda a intervenção foi feita pela INTERNET!

As empresas estão habituadas a MANIPULAR as massas, em função dos seus interesses económicos, mas desta vez, correu mal... Os cidadãos / consumidores  mostraram claramente que têm capacidade de pensar pela sua própria cabeça, que NÃO GOSTAM, NÃO QUEREM SER MANIPULADOS, e que NÃO ACEITAM que os DIREITOS DOS ANIMAIS sejam desrespeitados.Este é sem dúvida o CAMINHO A SEGUIR por uma sociedade consciente dos seus DIREITOS e dos seus DEVERES! :)


terça-feira, 9 de outubro de 2012

Campanhas de Esterilização de Cães e Gatos


Na sequência do meu post - "Quer realmente ajudar os animais? Então, comece por ajudar as pessoas!", recebi da Rosário Almeida (APAAE – Associação de Protecção e Apoio ao Animal Errante*)  estas duas sugestões: 


I - Estimadas Associações e Protetores Independentes:

Vamos, todos juntos, dar voz aos animais!!
Todos sabemos que o envolvimento dos organismos Estatais no controlo humanitário á superpopulação animal é uma necessidade urgente.

Tal como um dia se erradicou a raiva, temos hoje de realizar, em regime oficial, campanhas de esterilização/castração de cães/gatos.

Se, para o efeito, for aproveitado o trabalho dos veterinários municipais, o Estado Português não fica financeiramente sobrecarregado pois estes profissionais já são funcionários públicos.

É uma questão de organização e de vontade política por parte do Ministério da Agricultura.

VAMOS, TODOS JUNTOS, ENVIAR CARTAS OU E-MAIL PARA: gabinete.ministro@mamaot.gov.pt




Exma. Senhora Ministra Assunção Cristas, 
Ministério da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território
Praça do Comércio - 1149-010 Lisboa 
                            

Assunto: Campanhas em Regime Oficial de Esterilização de Cães e Gatos / Consultórios Veterinários Municipais.


Excelência,

Solicitamos a V. Exa. a  realização, em regime oficial, de Campanhas de Esterilização de Cães e Gatos, à semelhança das Campanhas Anti-Rábicas.

Dirigimo-nos a V. Exª pedindo-lhe que a Direcção Geral de Veterinária coordene, em estreita colaboração com as câmaras municipais, centros de recolha oficias e médicos veterinários municipais, pelo menos uma Campanha Anual de Esterilização de Cães e Gatos. Sugerimos que envolvam ainda outras entidades, Associações e empresas julgadas úteis.

Permita:
- pôr termo ao abate estimado em mais de 100 000 animais por ano, praticado pelos canis;
- reduzir a sobrepopulação de animais de companhia;
- evitar o abandono daí decorrente;
- esterilizar os animais de companhia de pessoas economicamente desfavorecidas.

Para além de eticamente condenável, esta política assente nos abates não tem resolvido o problema do abandono de cães e gatos, que não cessa de se agravar de ano para ano. Esterilizar constitui um procedimento menos dispendioso que eutanasiar e com mais resultados a médio prazo.
Só a esterilização, ao eliminar a procriação indesejada, particularmente dos animais errantes e negligenciados, conseguirá adequar o número de cães e gatos ao dos donos responsáveis existentes no país.
A esterilização, praticada pelos veterinários nos canis municipais, ou através de protocolos, a preços reduzidos, em clínicas privadas, revela-se a forma mais eficaz e menos dispendiosa de progressivamente reduzir o abandono.

Salvo exceções pontuais, as associações portuguesas de defesa dos animais são as únicas entidades a praticar a esterilização gratuita ou a preços reduzidos. As associações não podem substituir-se ao governo português.

Assim, as esterilizações de animais deverão ser realizadas pelos Veterinários Municipais, profissionais competentes para o efeito e trabalhadores da função pública, não havendo por isso oneração nas despesas do Estado. 

Ainda, deverão ser criados CONSULTÓRIOS VETERINÁRIOS MUNICIPAIS, para que se crie uma alternativa acessível a qualquer cidadão em termos de primeiros cuidados veterinários aos seus animais e para que se quebre a dependência da exclusividade e consequente especulação do setor privado.

Excelência,
Por toda a parte se multiplicam as associações de defesa dos animais.
No país aumenta o número de pessoas que convive com animais de estimação. 
Escrevemos sobre questões de saúde pública. Pedimos-lhe que não ignore a nossa luta e que quebre o ciclo de intervenções ineficazes, erráticas e cruéis, que Portugal tem vivido até à data.

Esperando a melhor atenção de V.Exa.,
Com os melhores cumprimentos.




II - Estimada Associação de Protecção Animal:

Temos vindo a incentivar as Associações de Proteção Animal, nossas congéneres, assim como os protetores independentes, para que enviem pedidos á Sra. Ministra da Agricultura no sentido de se criarem consultórios veterinários municipais em todos os Concelhos, de modo concertado e a nível nacional, e serem realizadas esterilizações/castrações em Regime Oficial, a custos justos e controlados, o que não oneraria em nada o Estado Português e criaria uma alternativa ao setor privado, o único recurso disponível, em termos de medicina veterinária, em Portugal.

Porém, os consultórios veterinários municipais podem ser criados unicamente por vontade política e decisão autárquica. Basta ir uma proposta neste sentido á Assembleia Municipal, apresentada pelo respetivo Presidente da Câmara e veterinário municipal. Essa proposta deverá incluir uma tabela de preços pelos serviços prestados, um horário de atendimento e um local destinado ao mesmo (gabinete). Deverá também ser ressaltada a necessidade de uma tabela especial para munícipes de baixos rendimentos.

Portanto, se for vontade do executivo camarário, a decisão para a criação do consultório veterinário municipal, pode ser tomada localmente, em sede de município.

Esta é uma sugestão que as Associações podem apresentar ao respetivo Presidente da Câmara, de quem o veterinário municipal depende diretamente.

Acreditamos que, se não a nível nacional podemos, Concelho a Concelho, tornar mais acessíveis a todos, os cuidados veterinários básicos a que todos os animais, independentemente das posses financeiras dos seus donos, deviam ter direito e acesso facilitado.

Com amizade, contamos com o empenho de todas as Associações de Proteção Animal para que, se assim o entenderem, levem esta sugestão aos executivos municipais.

Um abraço.

Pel’ A APAAE

Rosário Almeida


"As Câmaras possuem os seus veterinários, é só colocá-los pelo menos um dia por semana, a atender os seus munícipes de modo mais alargado. Um atendimento que vá além da mera vacinação antirábica e identificação electrónica.

Para tal necessitam de um gabinete, o que a maioria já possui e de uma pequena sala cirúrgica destinada ás esterilizações o que, para qualquer autarquia é um investimento mínimo.

Se a considerarem pertinente, divulguem esta ideia pelas Associações, pois necessitamos de mais unidade e concertação entre todas. Somos muitos e, portanto, se nos unirmos temos força."

Rosário Almeida (APAAE)


*APAAE – Associação de Protecção e Apoio ao Animal Errante
Castelo Branco - Portugal
Site Oficial: http://www.apaae.pt/

"Quer realmente ajudar os animais? Então, comece por ajudar as pessoas!"


De acordo com a situação económica actual do pais, se seguirmos a primeira sugestão (submetermos um pedido junto do Ministério da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território) talvez o resultado seja idêntico ao resultado do abaixo-assinado, apresentado em 2010 - "devido às restrições orçamentais não é possível iniciar diligências nesse sentido"... :(

No entanto, se seguirmos a segunda sugestão (submeter a proposta a executivo camarário, ou seja apelar ao PRESIDENTE DA CÂMARA e ao VETERINÁRIO MUNICIPAL para que eles apresentem a mesma em ASSEMBLEIA MUNICIPAL), como a decisão da criação de um consultório veterinário municipal, pode ser tomada localmente, em sede de município, talvez consigamos atingir o nosso objectivo - Campanha de Esterilização de Cães e Gatos, mais rapidamente! :)  

Esta é uma tarefa que deveria ser da inteira responsabilidade das CÂMARAS MUNICIPAIS e não das associações de protecção de animais ou grupos de cidadãos que se dedicam à protecção animal! Logo, cabe às associações de protecção animal, grupos independentes de protecção animal e a todos os cidadãos o DEVER de apelar aos respectivos PRESIDENTES DAS CÂMARAS MUNICIPAIS e VETERINÁRIOS MUNICIPAIS para que estes tomem todas as providências necessárias para que esta campanha deixe de ser um SONHO de alguns que não suportam ver os animais sofrer e se torne uma REALIDADE aos olhos de todos! SE NÃO LUTARMOS, NADA OBTEREMOS e continuaremos a assistir ao abate de cerca de 100 000 ANIMAIS POR ANO... É esta a realidade que queremos para os animais, em pleno Séc. XXI?


Peço a vossa atenção... 

O veterinário municipal de Castelo Branco, sensibilizado com os apelos da APAAE já faz atendimento gratuito aos munícipes, todas as segundas-feiras à tarde, e já está a ser construída uma pequena sala cirúrgica para que o mesmo possa esterilizar a custos muito reduzidos ou até zero, dependendo das posses dos donos. A Câmara Municipal dá os materiais e os voluntários da APPAE constroem a sala cirúrgica (que em princípio ficará pronta até Outubro)!!!

Como podem verificar, esta ideia já DEU FRUTOS num município... Agora é só LUTARMOS PARA QUE esta realidade exista em todos os outros municípios! As associações/grupos independentes de cada cidade podem UNIR-SE, criar um abaixo-assinado (seguindo por exemplo, o modelo da carta dirigida à Ministra Assunção Cristas), recolher (juntamente com os cidadãos que queiram participar) as assinaturas junto de toda a população local e apresentar esta proposta junto do veterinário municipal e do Presidente da Câmara! Quem sabe outros veterinários e outros Presidentes da Câmara se juntam a esta CAUSA... ;) 



DIVULGUEM! FAÇAM ACONTECER!!! :)

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Desempregados sem meios para manter animais de estimação





"Perdi a casa, não posso ficar com o cão" ou "vou morar para um quarto e não o posso levar" são exemplos dos pedidos de ajuda que chegam à Liga dos Direitos dos Animais, cada vez em maior número devido ao desemprego.

"Tem havido um crescente número de pedidos de ajuda por parte de pessoas que estão desempregadas" e não sabem o que fazer com o animal de estimação, disse à agência Lusa a presidente da Liga Portuguesa dos Direitos dos Animais (LPDA).

A situação mais frequente é de pessoas que contactam a Liga para saber como podem entregar o animal por terem ficado sem emprego ou por se encontrarem numa situação vulnerável, recorrendo já a ajuda alimentar para a sua família a outras instituições.

"A essas pessoas nós dizemos-lhes para não entregarem os seus animais, porque há sempre uma alternativa, junto de um amigo ou de uma associação", contou Maria do Céu Sampaio, comentando que os donos" também têm de se sacrificar um bocadinho pelo seu animal".
...

Publicado em 31 de Jul de 2012, Jornal de Notícias

domingo, 30 de setembro de 2012

Quer realmente ajudar os animais? Então, comece por ajudar as pessoas!






No nosso país há inúmeras associações/instituições/grupos de cidadãos que têm um objectivo comum - recolher animais de rua, animais vítimas de maus tratos e animais abandonados e encontrar para estes um dono que irá fazer deles ANIMAIS FELIZES! E assim, proliferam na Internet: sites de adopção de animais, apelando-se a uma "adopção responsável"; campanhas de sensibilização contra o abandono e maus tratos a animais; informação sobre como fazermos denúncias e sobre legislação para protecção animal; fóruns para amigos de animais... Até aqui, nada contra, muito pelo contrário... Bem-haja a todos aqueles que LUTAM diariamente pela vida de inúmeros animais!


No entanto, estas pessoas têm hoje uma missão difícil em suas mãos... Num país que está FALIDO quem é que terá facilidade em cativar outras pessoas para a adopção de animais? Uns têm medo porque estão desempregados, outros têm medo porque têm em emprego, mas estão em situação precária (salários baixos, contratos a termo incerto, recibos verdes), não sabendo até que data irão ter trabalho garantido ou se num futuro próximo irão ter que decidir emigrar para outro país... E temos ainda outro factor, que é uma consequência directa da actual situação económica do país - pessoas que estão em situação de falência pessoal, agregados familiares em situação de grave carência económica (há famílias com rendimento ZERO euros) que:

 - com as lágrimas nos olhos e o coração apertado, sentindo-se incapazes de continuar a dar todos os cuidados necessários (alimentação, saúde e/ou habitação) aos seus animais de estimação, dirigem-se às instituições, associações, grupos de cidadãos acima citados para darem os seus animais para adopção;

 - entregam as suas casas ao senhorio, mas se "esquecem" de levar os seus animais para a nova casa, deixando-os à porta da sua antiga casa;
 

- abandonam os seus animais domésticos numa rua/estrada qualquer!


Constato que há pessoas que vivem actualmente autênticos dramas, vidas de terror e cada uma delas reage de acordo com a sua formação interior, ou seja; se uns vão procurar solucionar os problemas da forma mais correcta, outros há que vão solucionar os problemas da pior forma possível! Se a situação actual do país não mudar (e tudo indica que isso não vai acontecer a curto prazo) estes fenómenos TERÃO TENDÊNCIA A AUMENTAR...







 Actualmente poderemos dividir os adoptantes em vários géneros:

- pessoas que têm as condições económicas ideais para garantir aos seus animais todos os cuidados de saúde, alimentação, habitação, etc e que ao mesmo tempo adoram animais, não os poupando a manifestações de afecto e brincadeiras;

- pessoas têm as condições económicas ideais, adoptam animais, mas o amor que realmente lhes dão é muito pouco (não brincando com eles, não lhes dando afecto), tratando-se para eles de mais um "bibelot" que têm lá em casa;

- pessoas que têm condições económicas ideais e adoptam animais como objecto de ostentação ou para intimidar os outros (por exemplo, os cães de presa), educando-os propositadamente para se tornarem animais agressivos;

- pessoas que têm realmente muito amor para dar aos animais, mas que por não terem as condições económicas ideais, se privam do prazer de adoptar animais domésticos;


Os gatis ou canis são as moradas possíveis numa fase entre recolha e adopção, tendo um carácter temporário, mas não são definitivamente o sítio ideal para um gato ou um cão viver! Qual é o gato ou o cão que consegue ser feliz dentro de uma jaula, depois de ter conhecido a liberdade (na rua)? Qual é o cão ou o gato que não gostaria de fazer parte de uma família, ter uma casa, ter um dono para cuidar e um parceiro para brincar, de quem poderá receber muitos mimos? Basta olharmos para os olhos dos animais que vemos nas fotos dos sites de adopção para ficarmos com o coração partido! E não podemos esquecer-nos que estes espaços abrigam inúmeros animais que mantêm grande proximidade física, o que é um factor muito favorável para a transmissão de doenças contagiosas entre eles e que inclusive (algumas delas) poderão ser mais tarde transmitidas aos futuros donos.







Por isso, penso que se realmente queremos ajudar os animais, deveremos então preocupar-nos com AS PESSOAS que:

- têm realmente muito amor para dar aos animais, mas que não têm condições económicas (e que por isso evitam adoptar);

- têm animais domésticos, tendo sido adoptantes responsáveis no momento da adopção, mas que infelizmente (sem que tivessem feito por isso) ficaram em situação económica de risco ou mesmo de falência pessoal (que querem dar os seus animais para adopção, porque não os querem privar dos cuidados de saúde e alimentação a que eles têm direito).



Não basta as instituições/associações/grupos de cidadãos retirarem os animais das ruas e entregarem os mesmos nas mãos de alguém que vai fazer uma adopção responsável. É imprescindível que as pessoas que querem adoptar e as pessoas que já adoptaram possam ter a certeza que se de um momento para o outro ficarem em situação económica de risco ou de falência pessoal, os seus animais de estimação NÃO DEIXARÃO DE RECEBER OS CUIDADOS DE ALIMENTAÇÃO E SAÚDE que necessitam. Desta forma estaríamos a agir em benefício de todas as partes:

 - os gatis e os canis reduziriam acentuadamente a quantidade de animais que albergam (as pessoas já não teriam tanto receio de adoptar e os que já adoptaram não teriam necessidade de dar novamente os seus animais para adopção, numa altura de carência económica, assim como reduziria a quantidade de abandono dos animais domésticos nas ruas);

 - poderíamos garantir a felicidade dos animais que são recolhidos (a maior parte ganharia um dono e um lar) e dos que já foram adoptados (que iriam ficar infelizes ao perder os seus donos, alguns deles companheiros de longos anos, ficando assim submetidos a períodos de grande stress - mudança de donos e de casa);

- as pessoas que adoram animais, mas que não têm grandes possibilidades económicas já não teriam que se sentir privadas do prazer de adoptar e tornar os seus animais em animais felizes (resgatando-os assim de uma vida atrás das grades de uma jaula);

- as pessoas que têm animais domésticos e que se encontram em situação de carência económica ou falência pessoal, já não sentiriam a necessidade de darem os seus animais (que tanto amam) para adopção (decisão que para muitos poderia acarretar um sofrimento insuportável), para que estes não ficassem privados de cuidados de alimentação e saúde (estas pessoas foram no passado ADOPTANTES RESPONSÁVEIS e não seria justo que passassem a ser os ABANDONADOS À SUA SORTE no meio das dificuldades para prestarem auxílio aos seus animais).



Mas, como é que este apoio poderia ser garantido? Não nos podemos esquecer que muitos dos animais que são retirados da rua já se encontram doentes (pela exposição ao frio e à chuva, pelo contacto directo com outros animais doentes, pelos longos períodos sem se alimentarem ou se alimentarem correctamente) e alguns deles poderão necessitar de grandes cuidados de saúde ao longo da sua vida ou visitas muito frequentes ao veterinário assim como, repetição constante de tratamentos...  Pelo que sei (corrijam-me por favor, se eu estiver errada) não há veterinários que façam atendimento gratuito a animais cujos donos estejam em situação económica de risco ou falência pessoal. Há associações, instituições e grupos de cidadãos que se dedicam à recolha de animais de rua (para que estes sejam adoptados), que têm protocolos com algumas clínicas veterinárias, de forma a facultarem aos adoptantes com poucos recursos económicos o acesso a consultas, vacinas, esterilização, etc, com preços menores do que o normal. Isto sem dúvida, já é uma grande ajuda, mas para algumas pessoas/famílias (pela situação actual em que se encontram), mesmo essa despesa seria difícil de suportar!






Acho que seria fundamental todos os responsáveis por todas associações/instituições/grupos de cidadãos de todo o país (que têm como objectivo a protecção aos animais) juntarem as suas forças, trabalhando em conjunto! Assim, tanto os animais que foram retirados da rua e que ainda não têm dono como os animais que já foram adoptados, cujos donos ficaram em situação económica de risco ou falência pessoal TERIAM ACESSO GARANTIDO aos cuidados de alimentação e/ou saúde (desparasitação, vacinação, esterilização, aparelhos para tratamentos, medicamentos, exames clínicos, internamentos, cirurgias) que necessitassem. Só a COOPERAÇÃO é capaz de gerar um AUXILIO REALMENTE EFICAZ!

 

Isto poderia resultar por exemplo, na CRIAÇÃO DE UMA ENTIDADE (sem fins lucrativos, que respeitasse os princípios de transparência e integridade) cuja sua missão consistiria em:

- fazer campanhas de sensibilização junto da população em geral, empresas cuja sua actividade lucra directamente com a adopção dos animais domésticos (lojas que vendem acessórios, alimentos, produtos de higiene para animais; supermercados e hipermercados; marcas de ração para animais domésticos; hotéis para cães e gatos; veterinários (que abraçaram a profissão por amor aos animais) e clínicas veterinárias, laboratórios de farmacêutica e farmácias) para que todos pudessem colaborar neste grande projecto, participando com: donativos em dinheiro; horas de trabalho em regime de voluntariado (gratuito); doação de areia, mantas de aquecimento, arranhadores, produtos de higiene para cães e gatos, produtos de limpeza, ração seca e húmida para cães e gatos, brinquedos, aparelhos para tratamentos clínicos; prestação de cuidados de saúde a preços muito baixos ou mesmo gratuitos (desparasitação, vacinação, esterilização, internamento, cirurgias, etc); publicidade gratuita a este projecto, junto das pessoas conhecidas;

- distribuir os recursos acima mencionados por todas as associações/instituições/grupos de cidadãos que existem em todo o país (que se dedicam à protecção animal), de acordo com as suas necessidades;

- receber as inscrições das pessoas (por exemplo através do site ou blog deste projecto) que queiram fazer voluntariado e direccioná-las para as associações/instituições/grupos de cidadãos que fiquem mais próximas da sua área de residência, de acordo com as suas necessidades de recursos humanos;

- receber pedidos de ajuda (pessoalmente ou através do blog ou site do projecto) de donos de animais domésticos que estão em situação de carência económica ou falência pessoal ou de pessoas que adoram animais e gostariam de adoptar um animal doméstico, mas que não têm grandes recursos económicos e direccioná-las para as associações/instituições/grupos de cidadãos que existem em todo o país (que se dedicam à protecção animal) e consultórios de veterinários/clínicas veterinárias que participam no projecto, para que possam obter destes a ajuda necessária para os seus animais em alimentação e/ou cuidados de saúde que poderão ser facultados a preços muito baixos ou mesmo gratuitos, segundo o caso de cada um, que facilmente poderá ser analisado através de documentação legal para o efeito (como por exemplo a declaração de rendimentos, recibos de vencimento, etc), garantindo-se assim que se a pessoa cujo seu animal de estimação beneficiou de cuidados de saúde num consultório ou clínica veterinária (participantes neste projecto) que não poderão ser-lhe facultados gratuitamente e se se verificar que ela não poderá pagar qualquer valor (mesmo que seja muito baixo), o projecto pagará o valor restante para que este passe para valor ZERO;

- organizar campanhas de recolha de ração para cães e gatos, húmida e seca e produtos de higiene, à entrada dos supermercados e hipermercados em vários pontos do país (os cidadãos seriam abordados pelos voluntários do projecto e sensibilizados para comprarem alimentos ou produtos de higiene para cães e gatos, pagarem os mesmos e fazerem a doação dos destes ao projecto, antes de saírem), através dos voluntários inscritos no projecto, nessas áreas do país e canalizá-los para todas as associações/instituições/grupos de cidadãos que se dedicam à protecção animal em Portugal;

- organizar campanhas de recolha de medicamentos usados (que estejam dentro do prazo de validade, doados por pessoas cujos seus animais domésticos foram submetidos a tratamentos médicos, que já terminaram, não precisando mais dos medicamentos) junto de farmácias (por exemplo), em vários pontos do país e canalizá-los para as associações/instituições/grupos de cidadãos que se dedicam à protecção animal, que irão utilizá-los para tratamento dos animais que recolhem das ruas ou para darem aos adoptantes (em situação de carência económica, que fizeram pedido de ajuda para cuidados de saúde) que já adoptaram animais domésticos que necessitam de tratamentos;

- fazer campanhas de sensibilização junto do público em geral (recorrendo à Internet, às redes sociais e meios de comunicação social) para que o mesmo colabore com este projecto, dando donativos, participando nas acções de voluntariado, fazendo publicidade do projecto às pessoas suas conhecidas;

- fazer campanhas de sensibilização junto de escritores, pintores, escultores, músicos que gostem de animais para que estes possam destinar uma percentagem (que poderia ser por exemplo 1% ou 3%) do lucro que conseguem auferir com a venda dos livros, exposições, concertos a favor do projecto, divulgando o mesmo e convidá-los para colaborarem gratuitamente em campanhas a favor da protecção dos animais e sensibilização contra o abandono e maus tratos aos mesmos;

- criar e manter actualizado um site ou blog na Internet, com listas de contactos de todas as associações/instituições/grupos de cidadãos (que fazem acções de protecção animal), com o número de voluntários necessários diariamente ou em alturas de campanhas (nos vários pontos do país), com os contactos e moradas de todos os consultórios e clínicas veterinárias (participantes neste projecto); formulários de inscrição para voluntariado e pedidos de ajuda; informação sobre legislação de protecção animal em vigor; informação útil para qualquer cidadão saber como poderá cuidar correctamente do seus animais de estimação; informação para qualquer cidadão saber como deverá proceder sempre que tomar conhecimento de situações de maus tratos a animais ou abandono dos mesmos; disponibilizar o NIB (número de identificação bancária) da conta bancária do projecto para qualquer cidadão poder fazer donativos em dinheiro, por transferência bancária e facultar aos mesmos os respectivos recibos.



Somos cerca de 10 milhões de portugueses... se uma pequena percentagem da população, por exemplo 10% (1 milhão de portugueses) colaborasse com 1€ por mês para este projecto, o mesmo conseguiria ter ao seu dispor 1.000.000,00€ / mês (200 mil contos)!!! Quantos animais o projecto poderia ajudar com este valor?


Como diz o povo... "ONDE TODOS AJUDAM, NADA CUSTA!"







Para si um gato ou um cão não é "apenas um gato" ou "apenas um cão", mas sim aquele AMIGO PARA TODA A VIDA que está sempre ao seu lado, presenteando-o com o seu AMOR INCONDICIONAL, na RIQUEZA e na POBREZA, na SAÚDE e na DOENÇA? Gostou desta proposta? Então, DIVULGUE esta ideia! Das ideias nascem obras! FAÇAMOS ACONTECER!!! :)