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domingo, 30 de março de 2014

Zon processada por cláusulas 'proibidas'






"A Procuradoria da República de Lisboa intentou uma acção contra a Zon, nos tribunais Cíveis, pedindo que a operadora seja obrigada a retirar dos contratos de serviços de TV, internet e telefone oito cláusulas “cujo uso é proibido por lei”. Na acção, colocada este mês, pede-se ao tribunal que declare nulas essas cláusulas e que a Zon seja condenada a abster-se de as utilizar em futuros contratos, bem como a publicitar esse facto.

Entre essas cláusulas estão a da fidelização por dois anos, período durante o qual o cliente não pode rescindir o contrato, mesmo em situações de força maior (como o desemprego), sob pena de indemnização à operadora, no valor total das mensalidades até ao fim do contrato.

Trata-se de uma obrigação comum aos contratos de outras operadoras e em relação à qual a Deco (Associação de Defesa do Consumidor) lançou no ano passado uma petição, a ser discutida no Parlamento, visando a sua redução para um ano e a fixação de regras e limites. As operadoras têm defendido que a fidelização visa diluir os custos de serviços que, de outra forma, teriam de ser pagos à cabeça (como a instalação e o equipamento) - e que, se forem obrigadas a reduzir aquele período, isto irá reflectir-se nos preços. 


'Manifestamente excessiva'

Na acção agora intentada, o Ministério Público (MP) constata que a fidelização abrange quer os novos clientes quer os actuais, sempre que façam alterações aos serviços contratados. E o preço acordado pode sofrer actualizações durante esse período, não permitindo ao cliente denunciar o contrato. “As vantagens económicas e benefícios concedidos pela Zon são manifestamente insuficientes para justificar um período de fidelização tão prolongado (24 meses)”, afirma o MP, classificando aquela cláusula como “manifestamente excessiva” e “proibida” pelo regime legal.

São também postas em causa na acção as cláusulas que conferem à operadora o direito de exigir ao cliente o pagamento de serviços “que excedam significativamente os níveis habituais de consumo”, bem como de suspender o acesso aos serviços quando a utilização “interfira com a qualidade do serviço prestado pela Zon ou com a segurança e operacionalidade da sua rede de distribuição, nomeadamente através da sobrecarga dos servidores, excedendo os níveis de utilização habituais do cliente ou as regras da Política de Utilização Aceitável”. Além disso, “em qualquer momento” a operadora pode cancelar produtos e serviços que sejam alvo de campanhas especiais ou promoções, sem ser obrigada a compensar o cliente, que continua vinculado ao contrato.

Todas essas cláusulas, diz o MP, “possuem uma redacção vaga e indeterminada”, conferindo à Zon “o critério exclusivo e unilateral” de fixar “os níveis habituais de consumo”, o que são “consumos excessivos” e que valores cobrar nestas situações.

Além disso, recorda-se, os clientes já pagam tarifários mais elevados por certos serviços, “cuja contrapartida consiste precisamente na possibilidade de tráfego ilimitado”. Mas, com aquelas cláusulas, “a qualquer momento pode ser confrontado com a cobrança de uma quantia adicional ou com a suspensão do serviço”.

Finalmente, o MP contesta que o eventual roubo ou extravio de telemóveis tenha de ser comunicado por escrito e de imediato, ficando o cliente sujeito a pagar eventuais chamadas indevidas até a operadora desactivar o serviço, sendo que esta tem 24 horas para isso.


Mais de 100 acções

São já mais de 100 as acções propostas e ganhas pela Procuradoria de Lisboa, visando de empresas prestadoras de serviços, que foram obrigadas pelos tribunais a retirar cláusulas abusivas dos seus contratos. Isto no âmbito de mais de 500 processos em que foi investigada a actividade dessas empresas e se os direitos dos consumidores estavam ou não acautelados."


Publicada por Ana Paula Azevedo, em 5 de Mar de 2014, Sol

paula.azevedo@sol.pt



FAÇO VOTOS PARA que a Procuradoria de Lisboa consiga GANHAR esta acção, mostrando às empresas de TELECOMUNICAÇÕES que Portugal AINDA NÃO É um PAÍS SEM LEIS!

domingo, 20 de outubro de 2013

“Se não estás satisfeito, a porta de saída é ali”.



Fica indignado quando descobre que acabou de ser ENGANADO por um OPERADOR DE CALL CENTER ou por um OPERADOR DE TELEMARKETING e sente uma ENORME vontade de ligar para a empresa de telecomunicações, para apresentar uma RECLAMAÇÃO sobre a actuação do funcionário?

Compreendo perfeitamente a sua INDIGNAÇÃO, mas antes disso, convido-o a descobrir primeiro o que é a realidade no "outro lado da linha":



“Se não estás satisfeito, a porta de saída é ali”.






Tra­bal­har num call cen­ter é viver num mundo de pobreza, insta­bil­i­dade, pressões e humilhações.

Para Nuno, o pior de tudo era ter de enga­nar os clientes. Tra­bal­hou no enorme call cen­ter da Por­tu­gal Tele­com em Coim­bra, antes de vir para a Teleper­for­mance, em Lis­boa. Em Coim­bra tra­bal­hou no sec­tor “out­bound” (quando é o oper­ador que faz a chamada, geral­mente para vender) da MEO. “Tín­hamos de dar a enten­der às pes­soas que, se não com­prassem o serviço MEO, ficariam sem tele­visão, o que era men­tira”, recorda Nuno, ao PÚBLICO. Era o período em que foi intro­duzida a Tele­visão Dig­i­tal Ter­restre (TDT). Quem não tinha qual­quer serviço por cabo, teria de insta­lar um descod­i­fi­cador para con­tin­uar a ter sinal de tele­visão. Não era necessário aderir ao MEO, mas os oper­adores só expli­cavam isto se o cliente o per­gun­tasse explici­ta­mente. As instruções que tin­ham eram claras quanto a isto.

Car­los ainda tra­balha no call cen­ter da PT de Coim­bra. Ou mel­hor, em teo­ria é empre­gado da Ver­tente Humana, uma empresa de tra­balho tem­porário, com a qual tem um con­trato de 15 dias, ren­ovável auto­mati­ca­mente, emb­ora com uma curiosa modal­i­dade de funcionamento.

Car­los, que vende igual­mente serviços da MEO, conta que tam­bém é obri­gado a enga­nar os clientes. Ao con­tac­tar clientes de out­ras redes, aliciando-os a aderirem ao serviço M4O, tem instruções para não referir nunca que o cliente terá de man­dar des­blo­quear o seu telemóvel, com os cus­tos implíc­i­tos. Só se tal for per­gun­tado explici­ta­mente — “E eu terei de man­dar des­blo­quear o meu telemóvel?” o oper­ador pode con­fir­mar. Mas se o cliente per­gun­tar, por exem­plo, “E não terei de fazer mais nada? O serviço fica logo disponível?”, o oper­ador está proibido de lhe dizer que terá de man­dar des­blo­quear o telemóvel.

Se o cliente, mais tarde, se sen­tir enganado e protes­tar, o oper­ador é penal­izado. Car­los relata outro caso, que acon­te­ceu no mês pas­sado. Na venda do serviço M4O (que inclui chamadas grátis de telemóvel), os oper­adores têm instruções para nunca dizer ao cliente que, ao aderir, terá anu­lado todo o saldo que possa ter no cartão sim. Mais uma vez, só poderá dar essa infor­mação se o cliente se lem­brar de o per­gun­tar explici­ta­mente. Ora no caso em questão o cliente chegou a dizer, na ten­ta­tiva de recusar a oferta: “Mas eu tenho muito din­heiro no cartão…” Não era a per­gunta certa, e Car­los não lhe pôde dizer que todo o seu saldo de 90 euros seria anu­lado. Quando desco­briu, o cliente protestou.

“Fui penal­izado por causa disso, na minha remu­ner­ação var­iável”, conta Car­los, “ape­sar de eu ter ao meu lado uma folha onde está escrita clara­mente essa regra, que eu não posso infor­mar o cliente”.

O call cen­ter da PT em Coim­bra vive essen­cial­mente da mão-de-obra dos estu­dantes da Uni­ver­si­dade. Na opinião dos oper­adores (que não con­fir­má­mos junto da PT) a ideia de colo­car o cen­tro de atendi­mento na cidade deve-se a esse motivo.

No período de férias uni­ver­sitárias, a PT emprega out­ras pes­soas, que não estu­dantes, que muitas vezes são des­pe­di­das mal se ini­cia o ano lec­tivo. Dito de uma fora mais téc­nica, a rota­tivi­dade dos tra­bal­hadores é enorme. Todos os que con­tac­tá­mos afir­maram estar con­trata­dos por agên­cias de tra­balho tem­porário, e terem con­tratos de 15 dias. Mas eis como fun­ciona: a meio de cada mês, o tra­bal­hador recebe em casa uma carta de des­ped­i­mento. Com alguns, isto acon­tece quase todos os meses, com out­ros, em ape­nas alguns meses por ano. Depende da pro­du­tivi­dade, e even­tual­mente de out­ros fac­tores. Car­los acaba de rece­ber uma, reg­is­tada, como sem­pre. Data: 18 de Julho de 2013. “Serve a pre­sente… nos ter­nos da Lei nº 1, artigo 344 do Código do Tra­balho, aprovado pela Lei nº 7/2009, de 12 de Fevereiro… o seu con­trato de tra­balho cad­u­cará a 3 de Agosto de 2013…” Seguem-se as instruções sobre sub­sí­dio de desem­prego, etc.

Chegado ao local de tra­balho, no dia seguinte, o super­vi­sor explica que a pro­du­tivi­dade não tem sido a mel­hor, e que, a con­tin­uar assim, o con­trato não será ren­o­vado, como a carta de resto já for­mal­iza. “Tens 15 dias para mel­ho­rar a per­for­mance”, diz o super­vi­sor. Será então pre­ciso tra­bal­har a dobrar, para “cumprir os objec­tivos”. Isso sig­nifica tra­bal­har durante os fins-de-semana e dias de férias, e a pos­si­bil­i­dade de fazer isso ainda é con­sid­er­ada um grande favor da empresa, para que o tra­bal­hador con­siga “cumprir os objec­tivos” e não seja despedido.

Esses objec­tivos são fix­a­dos pelas chefias, mas “muitas vezes a meio do mês mudam os objec­tivos”, diz Car­los. “A pressão é enorme, e a insta­bil­i­dade tam­bém. Há pes­soas a chorar nos inter­va­los, há pes­soas que não aguentam”.

Nuno, que tra­balha na Teleper­for­mance (emb­ora o seu con­trato seja com uma outra emprsa, de tra­balho tem­porário, que per­tence à própria Teleper­for­mance), tal como Maria, ou Júlia, que é oper­adora da ZON, todos se ref­erem à mesma insta­bil­i­dade, ao salário baixo (nunca muito acima do salário mín­imo) e às for­mas de pressão para fazer aumen­tar a pro­du­tivi­dade. A frase que todos dis­seram já ter ouvido repeti­das vezes, nas várias empre­sas, é “Se não estás sat­is­feito, a porta de saída é ali”.

Nuno e um grupo de pes­soas a tra­bal­har em várias empre­sas de call cen­ter estão a ten­tar organizar-se, para criar um sindi­cato do sec­tor. Reuniram-se e redi­gi­ram um Bole­tim para um Sindi­cato dos Tra­bal­hadores dos Call Cen­ters, nº 0, inti­t­u­lado ‘Tás logado?” Chamam a atenção para a pre­cariedade, para os baixos salários, as for­mas de pressão e a neces­si­dade de se juntarem. Mas mis­tu­ram tudo isto com um dis­curso muito ide­ológico (com refer­ên­cias à Pri­mav­era Árabe e às man­i­fes­tações no Brasil) o que decerto não facil­i­tará a adesão de pes­soas que, pela natureza do seu tra­balho e vín­cu­los con­trat­u­ais, ten­dem a estar dom­i­nadas pelo medo.

Os nomes de todos os oper­adores cita­dos nesta reportagem são fic­tí­cios, a pedido dos mes­mos. O nosso pedido à PT para vis­i­tar o call cen­ter de Coim­bra foi recu­sado, com a expli­cação de que seria “uma falta de respeito pelas pes­soas que estão a tra­bal­har”. Uma entre­vista com um respon­sável tam­bém foi negada. Ape­nas chegou uma resposta por email às nos­sas questões sobre os con­tratos e as car­tas de rescisão, dizendo que “não é ver­dade”. Quanto aos casos con­cre­tos em que os oper­adores são instruí­dos para enga­nar os clientes, a “fonte ofi­cial da PT” escreveu: “Os casos con­cre­tos que ref­ere não têm qual­quer sig­nifi­cado face às cen­te­nas de mil­har de serviços ven­di­dos no M4O”.


Publicado em 21 de Ago de 2013

Paulo Moura ("repórter à solta" - Público)




Agora sim, tenho a certeza que já sabe CONTRA QUEM é que quer reclamar e O QUE É QUE QUER reclamar, na qualidade de consumidor / cidadão...


Vamos DIVULGAR! Conhecer a verdade é um DIREITO e um DEVER de cada cidadão... :)

sexta-feira, 22 de março de 2013

"Água - Operação Secreta": UE Promove a Privatização da Água (legendas em português)



Hoje, dia 22 de Março de 2013 é o "Dia Mundial da Água" e aproveito para partilhar este vídeo / PETIÇÃO para o qual peço a vossa maior ATENÇÃO e DIVULGAÇÃO...





"German TV programme "ARD MONITOR: Geheimoperation Wasser - EU fördert Wasserprivatisierung" with english and portuguese subtitles."

"Please sign this important petition": http://right2water.eu/

Publicado em 21 de Jan de 2013


Tomei a liberdade de transcrever algumas partes deste vídeo...

"A água não é apenas H2O, água é vida. O acesso à água foi declarado um direito humano pelas Nações Unidas."

"A intenção da Comissão Europeia começará aqui, em Portugal. Bruxelas exigiu que o país venda o abastecimento da sua água. Aqui, em Paços de Ferreira, a privatização da água já começou, contra a vontade dos cidadãos, como estes nos comunicam."

"O município de Paços de Ferreira obteve lucro apenas no momento da venda e agora os seus cidadãos terão que viver com as consequências. As pessoas mostram-nos as suas facturas e estas são, de facto, horrendas! Muitos cidadãos têm agora dificuldade em pagar a sua água potável."

"Os países em crise, tais com Portugal e a Grécia, precisam de dinheiro. Desta forma, a Troika em Bruxelas, força-os agora SECRETAMENTE a venderem o seu abastecimento de água. No anexo dos contratos com a Troika, obtivemos o seguinte: "na Grécia, o sistema hidráulico de Atenas e Thessaloniki deverá ser vendido". No caso de Portugal, no anexo consta: "a privatização da companhia das águas públicas - "Águas de Portugal" deverá ser promovida."

"Porque é que a UE decide contra a vontade da população europeia? Em que estudos se baseiam?"
 
Água, um direito humano? Ou água, um negócio bilionário? Bruxelas já decidiu que no futuro, a água deverá pertencer ÀS EMPRESAS e não a todos nós."

 
"As consequências da privatização aqui, em Paços de Ferreira, foram devastadoras! Verificamos um aumento de 400% nos preços, em poucos anos. E ainda por cima, a cada ano o preço aumenta 6%... Isto é um desastre!

Humberto Brito, do "Movimento Cívico 6 Novembro" (Portugal)


Dia Mundial da Água


VALE A PENA assistir! :)

sábado, 23 de fevereiro de 2013

ASAE apreende lasanhas com carne de cavalo à venda no Pingo Doce



Não gosta de "comer gato por lebre" (ser enganado)? Então, leia esta notícia! Talvez descubra que tenha comido CAVALO POR BOI...




Nove países estão a analisar os produtos 
 

"Estavam à venda em em supermercados Pingo Doce lasanhas, da marca Euroshopper, que continham carne de cavalo contaminada com analgésico proibido. Os produtos já foram retirados do mercado. 

A Autoridade de Segurança Alimetar e Económica (ASAE) anunciou, esta quinta-feira, que apreendeu 12.410 embalagens de refeições congeladas, rotuladas com a marca Euroshopper, depois de ter recebido uma notificação na sexta-feira passada do Sistema Comunitário de Alerta Rápido para Alimentação. O JN apurou que os produtos suspeitos estavam à venda na cadeia Pingo Doce.

As refeições, distribuídos em nove países, estão a ser submetidos a análises, cujos resultados definitivos ainda são desconhecidos. Segundo a ASAE, "não é ainda possível confirmar a existência de risco do consumo desse produto para a saúde dos consumidores". As lasanhas contêm carne de cavalo, produzida no Luxemburgo, com matéria-prima proveniente da Roménia e distribuída em vários mercados. 

Além desta situação, que representa uma potencial ameaça à saúde pública, a ASAE apreendeu, devido a infração económica relacionada com irregularidades de rotulagem, "40.691 kg de preparados de carne e produtos à base de carne numa indústria de transformação e 5666 embalagens de preparados de carne e produtos à base de carne em estabelecimentos de retalho". 

De um total de 50 análises realizadas, a ASAE instaurou três processos-crime por fraude económica, e contraordenações por irregularidades de rotulagem. As investigações prosseguem."
 
Publicado em  21 de Fevereiro de 2013

Helena Norte ("Jornal de Notícias")

Fonte: www.jn.pt/PaginaInicial/Sociedade/Saude/Interior.aspx?content_id=3066789 



No mundo dos negócios, as pessoas só sabem servir um único Deus - O DINHEIRO!!! É incrível o que se faz por dinheiro neste mundo... Eu não como carne, mas sou cliente deste supermercado e não pude deixar de ficar INDIGNADA com esta notícia! Nem quero imaginar como é que eu estaria a sentir-me agora, se ainda comesse carne e descobrisse que tinha comido carne de cavalo (sem saber) em vez de carne de vaca... "Gostei muito" também do pormenor do ANALGÉSICO PROIBIDO... Em QUEM é que os consumidores poderão confiar actualmente???

Notícias como esta, deixam-nos a pensar... Não será que os consumidores deverão passar a ser mais interventivos? Não estará na hora de os clientes apresentarem queixas no Livro de Reclamações ou manifestarem a sua indignação no próprio site das empresas, quando estas enganam os seus clientes??? Se MUITAS PESSOAS fizessem isso, talvez os serviços de controle de qualidade passassem a funcionar e as empresas descobrissem que não lhes compensava ENGANAR os seus clientes...

O que mais me revolta neste tipo de situações é que (para não variar) só são feitas FISCALIZAÇÕES quando já rebentou um escândalo qualquer nalgum país da UE...


Em Janeiro de 2013 surgiu esta notícia:

Carne de cavalo é descoberta em hambúrgueres bovinos e causa repulsa nos consumidores

"O Brasil é um dos maiores exportadores de carne de cavalo

O que muita gente não sabe é que o Brasil é um dos maiores nomes mundiais em mortes de cavalos para consumo. Há mais de 50 anos, uma empresa localizada em Araguari, Minas Gerais, compra cavalos que não servem mais para o trabalho forçado, mata e vende os corpos em pedaços, principalmente para o mercado Europeu.

Ironicamente, o nome da empresa é “Frigoífico Prosperidad”. O matadouro mantém uma marca de carnes de cavalo chamada “Fava” e tem parcerias sólidas com a prefeitura da cidade de Araguari, município que fica a 671 km de Belo Horizonte e tem pouco mais de 100 mil habitantes."

VER tudo em: http://vista-se.com.br/redesocial/carne-de-cavalo-e-descoberta-em-hamburgueres-bovinos-e-causa-repulsa-nos-consumidores/


Em Fevereiro de 2013 sugiu esta notícia:

Carne de cavalo encontrada em lasanhas gera crise na Europa e choca consumidores

"Fiscais ingleses encontram lasanhas de carne bovina congeladas com até 100% de carne de cavalo."

VER tudo em: http://vista-se.com.br/redesocial/carne-de-cavalo-encontrada-em-lasanhas-gera-crise-na-europa-e-choca-consumidores/


E SÓ AGORA, é que em Portugal surge esta "maravilhosa" notícia!!!


E é só repararmos bem na página da notícia que postei acima que não faltam links de notícias relacionadas, que nos mostram como nós CONSUMIDORES portugueses "PODEMOS" confiar nas empresas e autoridades que DEVERIAM fazer controle de qualidade, assim como nas entidades que DEVERIAM fazer ACÇÕES DE FISCALIZAÇÃO...

- Governo aconselha a mandar picar carne no ato da compra
- ASAE apreendeu mais 45 mil quilos de carne suspeita
- ASAE garante que mantém "vigilância muito apertada" ao setor das carnes
- Deco desaconselha consumo de carne picada vendida a granel
- Cem quilos de carne de cavalo etiquetados como vaca na Roménia


Resta a questão... Se não fosse este escândalo ter rebentado no Reino Unido, ATÉ QUANDO é que em Portugal os consumidores iriam COMER CAVALO POR BOI, por desconhecimento da verdade???


domingo, 6 de janeiro de 2013

Cidadão vítima de DISCRIMINAÇÃO no BANCO SANTANDER TOTTA...


"Um empresário de Braga foi impedido de levantar um cheque numa agência do Santander Totta por estar mal vestido.
O homem de 36 anos trabalha no sector das sucatas e apresentou-se com a roupa de serviço.
O banco já abriu um inquérito."
 
Não acredita? Eu também não acreditava, até assistir a este vídeo...






Se precisar de levantar dinheiro no balcão do SANTANDER TOTTA, em Celeirós-Braga, não se esqueça que deve ir TRAJADO A RIGOR...

"Senhor Paulo Ribeiro, peço imensa desculpa... eu pensei que o senhor era romeno."
(Director do banco)

Que situação CARICATA!!! Enfim...