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sábado, 4 de janeiro de 2014

Patagónia Express







Autor: Luis Sepúlveda   
Edição/reimpressão: 2011
Páginas: 160
Editor: Porto Editora
Idioma: Português


Sinopse

"Homenagem a um comboio que já não existe, mas que continua a viajar na memória dos homens e mulheres da Patagónia, estes «apontamentos de viagem» - como lhes chamou Luis Sepúlveda - tornaram-se um dos livros de referência do grande autor chileno.

Desde os seus primeiros passos na militância política, que o levaram à prisão e depois ao exílio em diferentes países da América do Sul, até ao reencontro feliz, anos depois, com a Patagónia e a Terra do Fogo, é uma longa viagem (e uma longa memória) aquela que Luis Sepúlveda nos propõe neste seu livro.

Ao longo dele, confrontamo-nos com uma extensa galeria de personagens inesquecíveis e com um conjunto de histórias magníficas, daquelas que só um grande escritor é capaz de arrancar aos labirintos da vida."


"Se alguma vez existiu um modelo de crónicas de viagem, é isto, nada mais. Inesquecível."

Miguel Sousa Tavares

Fonte: http://www.wook.pt/ficha/patagonia-express/a/id/2108232



Este é o livro que estou a ler actualmente e CONCORDO plenamente com Miguel Sousa Tavares. "INESQUECÍVEL" é realmente a palavra que melhor define este livro! Recomendo! :) 



domingo, 12 de fevereiro de 2012

Luis Sepúlveda (Ovalle-Chile, 4 de Outubro de 1949)




"Luis Sepúlveda, nascido em Ovalle, no Chile, em 1949, é considerado um dos escritores de referência da nova literatura sul-americana. Deixou o seu país natal depois de, devido à sua atividade política, ter sido preso pelo regime de Augusto Pinochet. Como exilado, viajou por toda a América Latina, fez parte das tripulações da organização Greenpeace e participou, sob o auspício da UNESCO, numa investigação acerca do impacto da colonização sobre as populações indígenas da Amazónia, tendo passado um ano entre os índios Shuar. Depois de ter residido em Hamburgo e Paris, vive atualmente nas Astúrias, Espanha.
O seu primeiro romance, O Velho que Lia Romances de Amor, valeu-lhe o reconhecimento de milhões de leitores em todo o mundo.
Da sua vasta obra figuram já no catálogo da Porto Editora, História de uma Gaivota e do Gato que a ensinou a voar, A Lâmpada de Aladino, O Velho que Lia Romances de Amor, A Sombra do que Fomos (Prémio Primavera de Romance em 2009), Histórias Daqui e Dali, Patagónia Express, As Rosas de Atacama e Últimas Notícias do Sul (que inclui fotografias de Daniel Mordzinski)."


Vida, obra, filmografia, prémios e distinções:  
http://grandefabrica.blogspot.com/2007/11/lus-seplveda_13.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/Luis_Sep%C3%BAlveda
  

Luis Sepúlveda é um dos meus escritores preferidos e acho que nunca irei conseguir parar de ler os seus livros! :)

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

O General e o Juiz





Edição/reimpressão: 2003
Páginas: 96
Editor: Edições Asa



Sinopse:

"Lançado simultaneamente em quatro países (Grécia, França, Itália e Portugal), "O General e o Juiz" tem como tema a condenação pelo juiz Baltazar Garzón do general Pinochet, responsável pelo golpe de estado que, há 30 anos, a 11 de Setembro, derrubou Salvador Allende, Presidente do Chile eleito democraticamente, dando início a 17 anos de ditadura, e milhares de mortos e desaparecidos. Numa viagem do ditador a Londres, o juiz mandou prendê-lo, mas ele acabaria para voltar ao Chile onde foi considerado louco e incapaz de responder em tribunal. É contra esta atitude de rendição à chantagem e à impunidade, ao apagamento da memória, do então governo chileno de Eduardo Frei que Sepúlveda se manifesta."



O General e o Juiz de Luis Sepúlveda
Críticas de imprensa
"[Este livro] tem de ser lido - deve ser lido. Porque é memória."
Público, Mil Folhas, 13 Set. 03


"É justamente contra esta propalada necessidade de tolerância, de amnésia histórica ou de branqueamento em redor de Pinochet, que no Chile a jovem e comprometida democracia implementa, que se insurge e milita Luís Sepúlveda. Porque, para ele, não pode haver perdão para aqueles que torturaram e assassinaram milhares de pessoas, muitas das quais nem sequer tiveram o privilégio de acabar numa vala comum, desconhecendo-se, ainda hoje, que destino tiveram os corpos! (...) Para uns, esta selecção de textos do autor será lida como um ajuste de contas; para outro, porventura, a revisitação a um tempo já nebuloso, sem vibração interior; para mim, contudo, os tenho como um exorcismo."


Ramiro Teixeira, in O Primeiro de Janeiro, 03 de Novembro de 2003  

Fonte: http://www.wook.pt/ficha/o-general-e-o-juiz/a/id/39087


Eu concordo plenamente que este livro "tem de ser lido - deve ser lido". Eu já o li e foi um livro que me marcou pela temática e pela forma como o Luis Sepúlveda escreve! É sem dúvida uma grande obra! Recomendo!